CIA AVALON

domingo, 28 de agosto de 2011

Teu beijo étereo



Hoje adentrei a capela de tua alma
Silenciosa
Olhei em torno
Procurando disfarçar minha ansiedade


Teu perfume
Logo encontrou minhas narinas
Em um namoro que dura anos
Entregues narina e perfume


Embriaguei-me de ti
Sorvi ávida tuas palavras
Tua voz encontrou eco
Em meu ouvido


E retumbante som
Em consonância com as batidas
Do meu pobre e sofredor coração
Repicava em cada nota grave que tuas cordas emitiam ao vento


Teu beijo étereo 
Recebi n´alma
Como um refresco e refrigério
Para meu corpo 


Beijar-me
Entregar-se
Esvaziar-se
Seduzir-me


É o que me fez
É o que me faz
É o que nos faz
É o que a gente fez


Burlamos as regras
Burlamos os dogmas
Burlamos as normas
Burlamos as éticas


E feito dois anjos
Arteiros
Levados
Matreiros


Corremos para debaixo da saia da Mãe
E ali escondidos sob o Manto Sagrados
Nos amamos
Entregues como Adão e Eva


Conjugamos a palavra Deus _ Deusa
Na ação mítica do homem e da mulher
No encontro de corpos e almas
Que se amam e se amarão por toda eternidade.


Amém
Assim Seja
Asé
Assim o é. 


AUTORIA: PRISCILA DE FÁTIMA JERÔNIMO 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011


Sem clima


E que mulher já não se viu colocada no papel de uma atriz pornô sem o clima necessário para isso? “Uma vez fui tomar um café com um paquera, mas não rolou clima para ficarmos e decidimos ir embora. Entramos no carro e no tempo de virar para pôr o cinto de segurança ele tinha botado o pau inteiro para fora e disse, sem constrangimento: ‘Chupa’. Foi agressivo. Me senti num filme pornôdesses sem roteiro”, contou a designer Marcela, 23 anos. A produtora Camila, 28, conta que acabou vomitando ao ter a cabeça empurrada pelo parceiro para que o pinto dele entrasse inteiro na boca. “Qual o propósito disso? Parece que eles querem fazer a gente passar mal e parecer que o pau é grande”, disse. Com a chef de cozinha Adriana, 34, aconteceu o seguinte: na primeira vez que saiu com o sujeito, ele insistiu em fazer sexo anal antes mesmo de rolar um clima para isso. Ela conta: “Tentei desviar o assunto e aquilo foi ficando chato. Aí, para descontrair, comecei a chupar o pau dele. Pra quê? Logo ele queria que eu batesse o dito na minha cara e queria gozar na minha boca. O problema é que não foi natural, era meio impositivo”, lembra. Exatamente como nos filmes pornô.
Cindy garante que não está travando uma cruzada careta contra a indústria pornográfica, mas sim batendo na tecla de que é possível dar outro olhar para esses filmes e aumentar a qualidade do que é feito. “Existem pessoas brigando por esse espaço, mas, como em toda indústria consolidada, é muito difícil quebrar paradigmas”, afirma. A diretora sueca Erika Lust é uma das vozes nesse movimento por uma pornografia mais humana. Radicada em Barcelona, ela vem fazendo pornografia de qualidade desde 2004, quando lançou o curta-metragem The Good Girls. “Eu evito mostrar aquele estereótipo da mulher de cinema pornô: a mulher fácil, que vende seu corpo por dinheiro, a vadia, a teenager, a tigresa, a enfermeira... e o que mais estamos acostumadas a ver no cinema pornô tradicional. Também evito fantasias masculinas clichês. O que faço é aproximar o cinema adulto da minha perspectiva feminina e feminista”, disse, em entrevista à Tpm. Em seus filmes, a diretora explora o toque da pele e os sons reais do sexo. “Minha intenção é que a pessoa se imagine ali”, explica. Com relação ao movimento Make Love Not Porn, Erika brada: “Acho uma grande iniciativa. Admiro Cindy Gallop e todas as suas ideias inovadoras”.
Um dos objetivos da campanha de Cindy é trazer o assunto à tona. Até porque nem sempre as mulheres, principalmente as mais jovens, percebem como a pornografia está inserida na vida delas. Seja no relacionamento com o namorado, na vida sexual, na maneira como se comportam socialmente, nas coisas que leem, nos filmes e nos programas a que assistem. “É preciso falar de sexo, é preciso discutir a pornografia e a necessidade de educação sexual real”, defende, mais uma vez. Aqui está, Cindy, não apenas o nosso espaço, mas também o nosso apoio.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ontem pensei em você e corri pelo mundo à fora tentando te encontrar...
Ontem pensei em você e um pouco do que restava de razão escorreu pelo ralo junto com o sabão que lavava a louça na cozinha.
Ontem pensei em você e apesar de nunca ter vindo até minha casa, meu lar cheira a você, tem teu olhar, tua maneira de ser e vários quadros pintados pensando em você.
Você virou um vício, um ópio gostoso de se fumar.
O que eu faço ?


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O amor é algo Transcendental, reduz os custos de uma vida sem graça, sem motivo e sem sentido.
Eu amo sim, com uma fidelidade assustadora, com um sentimento que me transmuta, amo como quem ama as nuvens, o céu, o mar, não posso tocar estes elementais, mas posso senti-lo. E por mim e para mim, isto me basta.
Mesmo que o olhar deste homem seja frio, arrogante e cheio de empáfia, enxergo além das aparências e percebo somente um menino sozinho e confuso.
Vem cá, meu menino, deita no meu colo, vou te fazer adormecer entre brumas de paz e amor.
Vem?

domingo, 14 de agosto de 2011


Na viela do caos
Que te encontrei
Deixei algumas contas de mim

No beco da dúvida
Que tua fala
Evocou

Sorri
Na estrada que teus pés
Não trilharam

Senti
Que havia me posto à venda
Havia me deixado levar

Sofri
Chorei a noite
Que silenciosamente gestou o dia.
E já nem sou mais

O que dantes não existia
O que nunca foi sinalizado
Só esboçado

Sou um desenho
Uma escultura
Que o artista abandonou antes de terminar a obra...
Talvez por medo de se contagiar com meu jeito peculiar

Com minha típica alma tétrica...
Medo teu nome renasce da dialética do ir ou ficar, eis a questão...


Autoria: Priscila F. Jerônimo 

sábado, 13 de agosto de 2011

Eu desejei tanto você um dia que guardei o melhor de mim para ti...
Eu sonhei com você tantas noites que hoje é estranho pensar em ti, como um pesadelo ruim...
Eu desdobrei uma realidade paralela para que você transitasse livremente entre minha vida e a tua...
Mas você ignorou-me, você insultou-me, você cuspiu em mim...
Nos meus sentimentos...
Nas minhas emoções...
Eu te vi outro dia e meu mundo parou, como se nada mais houvesse naquele instante, tu passaste tão rapidamente por mim, como se não existe ali, como se eu não vivesse naquele cenário, naquela rua.
E foi cruel, foi sim...Foi péssimo reconhecer o mal que em ti ainda habita, mas me ajudou a entender os processos que vão em tua mente, a compreender que o teu orgulho é mais forte do que minha palavra pedindo perdão...Num grito mudo, jorrei palavras ao vento, e ao pé daquela árvore enterrei teu nome, para não mais me influenciar, para não mais me agredir, para não mais existir pra mim...Funcionou, tive uma sexta-feira maravilhosa, fui amada, desejada, querida e adorada...Tudo o que mereço.
E você ? Você dobrou a esquina do destino rumo à solidão. Adeus.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Amor a arte - aprender fazendo.



Me sinto plena
Pois me entreguei
Nos entregamos
Plenamente a este
Processo

Pela arte – pelos artista que somos e pelos artistas que seremos
Pelo amor que sinto ao trabalhar contigo
Pela alegria que sentia ao te ver
Pela saudade que agora sinto
Do tom hipnótico de tua voz
Sinto saudade
Do comando para ação

Sinto saudade
Espero por ti
Sei sentir não sei explicar
Sei sentir não sei explicar
Sei sentir não sei explicar


Bailarina que dançava em meus sonhos
Ver te em cena como fruto amoroso, visceral e quente do que chamo prazer – sim, o verdadeiros artistas sentem e reverberam ao tocar um iluminado (a) pela teatro...São pessoas simples e simples são seus desejos – viver na arte e pela arte!!!
Que os Deuses do teatro nos abençoe.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Criando esquetes para futuras peças teatrais.




Eu brinco de ser feliz ao teu lado, criei uma casa de fantasia onde tu és meu senhor e eu sou sua senhora, brinco de esconder tuas chaves para não sair ao trabalho e comigo ficar.


Sonho com os teus passos lentos pela casa me prenunciando o cheiro delicioso de um café, brindo-te a boca com um gosto de bala de hortelã, despenteio teus cabelos fartos e mordo teu queixo atrevido...Sorrio e brinco com tuas melenas que caem sob teus olhos negros feito jaboticaba. Me aperta a cintura como se dissesse em silêncio: tu me pertence. Envolvo teu pescoço como uma criança que se protege de um susto, rodopias me pela sala em dia de sol, minha saia colorida gira-gira-gira...Nosso gato olha assustado como se perguntasse o que estes seres estão fazendo? Você me pergunta: Tu és feliz ao meu lado, mon petit?


Olho firmemente em teus olhos de noite e digo: Só encontrei a felicidade nos braços teus,me fiz em tua alma, só me sinto plena em tua presença...


Uma lágrima rola brincalhona de tua face – minha língua atrevida a lambe como se fosse uma gata, ronrono em teu ouvido: Quero você! Tu me mordes a nuca e diz baixinho: Te amo minha birrenta, contigo meu mundo ganha cores, sons e cheiros. Casa comigo?

domingo, 24 de julho de 2011

Eu me apaixonei por um grande espelho

Me apaixonei
Por um espelho
Confuso
Difuso


Me encantei
Por um espelho
Vibrante
Falante


Me intriguei
Por um espelho
De carne
E osso


Me aventurei
Por um espelho
Profano
Profundo


Me joguei
Por um espelho
Trincado
Rachado


Me espantei
Por um espelho
Fosco
Sem brilho


Me desiludi
Por um espelho
Grosseiro
Sem vida


Me formatei
Por meu reflexo
Que vi ali
Naquele espelho


Me apaixonei por Narciso...


( Pra ti minha referência de mundo atual. Onde quer que vá te levarei aqui em minhas letras. Grata.)

sábado, 16 de julho de 2011




Lembrei de você nas ruas escuras e iluminadas pela noite de Copacabana...
Lembrei de você e vi sorrindo ao meu lado a figura mítica de Nelson...
Lembrei me de você sentada a beira a mar, junto ao meu violão
Havia uma garrafa de vinho, daqueles baratos...Não havia copo, bebia da garrafa mesmo, estava com meus pés cansados, havia andado o dia todo, tentando te esquecer...Esquecer o que de Nelson Rodrigues - acordou em mim, esquecer da prostituta libertina que mora em meu corpo, que pede gozo, sexo e luxuria...Olhei para as areias de Copacabana e vi um vestido branco todo bordado e quase pude te ver, com as mãos cheias de sangue lavando a alma do mar com teu ato profano...Deite-me na beira da praia e desejei que tu estivesses ali, deitado sobre meu corpo, sentindo a energia que emana de mim quando sinto tu perto de mim...Corri solitária, meu violão - somente ele me acompanhava, mas havia algo que faltava, que gritava e ecoava na boca de Baal, ele gritava em meus ouvidos e ao fundo tambores negros se apoderaram de mim, me vi nua no meio de vários homens, a sensação era muito ruim, seria devorada viva, atacada, cuspida, estuprada, mas não sentia tanto medo assim, o mar estava me guardando.
Andei solitária pelas ruas de Copacabana, passei em frente a uma escola de arte e nada ali me dizia de você, de teu olhar, de tua estética...Onde estará aquele que amo e ao mesmo tempo odeio, onde estará aquele que temo e ao mesmo desejo, onde estará aquele corpo que não me pertence mas já faz parte de mim...Onde está aquela boca, que falava aos meus ouvidos...Por que está boca não fala em minha boca?Por que esse desejo insano, profano e profundo - por que essa vontade louca de te agarrar o corpo e te comer a alma...Por que essa luxuria tremenda de te tomar o gozo mesmo que não seja o meu...Por que esse desejo sadomasoquista, de te ver sofrendo?Por que essa loucura insana de ter possuir ? De te subjugar ?Por que acordou a fera maligna que estava adormecida no calabouço do meu corpo...Estava tão feliz, plena, não fazia sexo há três meses e estava no cio, urrando, uivando...E encontrei o homem - ele é da rua, cigano, artesão, argentino, mora na favela, vive do hoje, anda descalço, estava sujo, mas era meu...Estava nas ruas de Niteroi e me acolheu, sentou comigo no chão, fumou comigo, bebeu comigo, os pés dele mau tocavam o chão...Fiquei preocupada e lhe ofereci uma massagem, ele aceitou, levou me para tua casa - na favela, no meio do nada e no centro de tudo, acolheu meu corpo, aceitou minha alma, agradou me com a água limpa de um banho, deu me de comer, tocou meu violão, perfumou se para mim, ficou limpo, cheiroso, toquei lhe os pés, colocando no lugar a dor de uma luxação...Estava sendo seduzida, aquele argentino...


Autoria: Priscila de Fátima Jerônimo 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O amor era somente uma piada

Sabe quando tu se ilude e cria uma pessoa imaginária em teus devaneios ?
Sabe quando tu mente pra si mesmo e jura por Deus, que aquela pessoa é incrível ?
Sabe quando tu diz  pro destino que sim, vale a pena esperar por ele ?

Pois bem, não me iludo mais, não fantasio mais, e não creio mais na humanidade precária desse ser, sim, me enganei por tantos anos, julgando que não havia mal, não havia imposições, não havia mentiras e dissimulações...Que tola, que sou...Percebi tardiamente que deixei meu coração na beira do rio das mentiras de um homem que me usou como se usa um brinquedo velho e como não há mais conserto - tu joga fora como um trapo velho e puído.
Que triste, algo tão belo, tão sincero, se transformar em ódio, em desprezo , em lástima...Enfim, é o fim da ilusão que um dia chamei de amor. 

domingo, 26 de junho de 2011

Preciso parar de me iludir com o humano.

Preciso parar de me enganar com o humano demasiadamente humano que há nas pessoas, preciso deixar de acreditar que todas as criaturas serão como eu, honestas e sinceras, preciso parar de medir minha vaidade, achando que o outro tem obrigação de corresponder as minhas expectativas.

Decidi manter ao meu lado somente quem vale a pena, quem acredito que trará folhas, flores e frutos, os figurantes como chamo, ah, esses eu ando deletando....

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Não tenho saco pra pessoas
Pessoas são mutáveis
Inconstantes
Surreais

Não tenho saco pra mentiras
Pessoas inventam
Mentem
Caluniam


Não tenho saco pra tristeza
Pessoas de mau humor
Rabugentas
Velhas de espírito

Não tenho saco pra mulher
Mulher é um bicho ruim
Que inventa
Que maltrata e destroí

Ando sem saco
Com asco
Que chato
To péssima.

C´est la vie 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

SEJA MARGINAL - SEJA OFF LINE

A ilusão é algo tão traiçoeiro, tão insípido e inodoro, sem gosto, sem sabor e sem cheiro, chega-se sorrateiramente por entre nossos pensamentos obtusos e vai tomando forma, sentido e dimensão nunca dantes mensuradas, é por ela (ilusão) que se criam sonhos irreais, posturas mentirosas eamores inexistentes.
Conheço alguém assim, que vive na Internet, onde sua vida se resume a estar logado, a estar conectado a algo, e criou-se tão enormente uma dependência desse AVATAR , que a própria pessoa não se dá conta da fraude que ela é. Que triste, podia jurar que era alguém diferente que faria algo pelo mundo, que traria uma luz, um conhecimento, uma sabedoria milenar, ledo engano essa pessoa está mais preocupada com seu umbigo e com seu prazer que de tão efêmero vai ser cuspido em sua lápide onde estará escrito: JAZ AQUI O QUE EM VIDA NADA FOI.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Me enrosquei em tuas pernas, me envolvi em você, senti tuas mãos me pegando as costas e arrepiei-me inteira. Feito criança fiquei rindo intencionalmente escondendo minha timidez que já avermelhava minha bochechas.
Tu me puxou o cabelo e me disse baixinho: Birrenta! Sorri, e em meus lábios salivava por um beijo seu. Você fez charme, me ignorou, fiquei chateada, chutei teus sapatos, cuspi no teu prato, esqueci de dizer: eu tava gostando de você... Agora passou.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Entrou na sala devagar, olhando em volta, parecia procurar algo, alguma coisa perdida no meio daquela enorme sala, sentada diante dele, eu folheava uma revista calmamente, sentou-se e cruzou as pernas, fiquei observando de soslaio, como um gato a espreita. A respiração dele era lenta e audível, olhou pra mim e disse: Você é nova aqui ?
-Sim, sou. Comecei o curso hoje!
-Prazer, sou o novo orientador.
-Prazer, me chama Agatha.
Em seguida deu aquele sorriso encantador, como se me disesse que me aprovava como aluna e pessoa, fiquei observando-o enquanto colocava alguns tópicos na lousa.
Seu corpo era esguio, bonito, de uma cor brejeira, cabelos negros fartos e um jeito de moleque travesso que me encantaram.
Não me perguntem sobre o que ele falou, só consegui prestar atenção na boca bem desenhada que dizia palavras e mais palavras. O ano seria interessante, isso era fato.

domingo, 12 de junho de 2011

Homens que me fascinam por sua fala, por sua inteligência em geral me seduzem sorrindo e me dizem que sou uma simples e pura menina, que  preciso crescer, amadurecer e esquecer o passado, que há mais sonho para se viver e há mais prazer para ser sorvido. Que só estou começando a cumprir meu papel, mas que  está muito feliz com minha coragem, minha determinação e minha ousadia.
Meu mentor amado me abraço em espírito e em verdade e sussurra baixinho em meu ouvido: - Até que enfim, você entendeu, que não há nada que não possamos fazer quando temos um ideal justo e fraterno.
É por essas e outras que te amo: Conde de Rochester!
De fato a paixão é algo que me faz perder o chão, entretanto parei de ter medo de me apaixonar, antes julgava que se me apaixonasse e não fosse correspondida pela miléssima vez, sairia um caco, me sentindo um lixo. Portanto sempre me armava racionalmente falando de estratégias pouco funcionais e efetivas pra fugir da desvairada paixão...Lembrei-me de um poema da época da faculdade onde fiz uma análise de um texto de Rubem Alves, e após ler o livro resolvi colocar os neurônios para dançarem poéticamente falando...
Saudade da faculdade, saudade dos professores, das amigas, dos café, que época boa, aprendi muita coisa. Agora a paixão pelo conhecimento e pelo platônismo me envolveu a alma...Agora, tem uma coisa não vou viver nada platônico por um doido de gêmeos por mais dez anos, nem que a vaca tussa...risos e mais risos.