CIA AVALON

sexta-feira, 15 de novembro de 2019







Dezenove Anos de ausência....

Mãe Mariana



Luz que norteia os meus dias

Essência Materna

Que ilumina minha alma


Flor de Aruanda
Que Guia meus passos


Mãe
Mulher
Educadora
Guerreira


Tua luz minha Mãe
Ilumina meus passos
Guia meus pensamentos


E rege meus atos
Sempre
Sempre
Sempre
FELIZ ANIVERSÁRIO - MINHA MÃE.

domingo, 10 de novembro de 2019

CIBALENA

São Paulo, 22 de Outubro de 2019.


Cibalena

Dois corações unidos no amor, na dor, no sofrimento e na morte.
A dor da perda nos fez refém um do outro só nos sentimentos plenos, felizes e em paz na presença física um do outro.

Quando não nos vemos fisicamente, vamos ficando fracos, sem vida, desmotivados um auxilia o outro na missão. Isso é o amor mais puro elevado e verdadeiro que posso sentir.

Te conheço há 20 anos e há 20 anos, você se mantém fiel a mim, o homem é a mim que você serve, é a mim que você se entrega, é a mim que você se doa. E sou eu que te alimento, espiritualmente e materialmente por isso me preocupo com você, com seus caminhos malucos, com sua saúde, com seu equilibrio , cuide-se mais, proteja-se do mal, não deixe que por ingenuidade, façam- te mal ou mal a outrem por causa do teu desequilibrio emocional.
Eu sei que você me ama.
Eu sei, sinto e fico feliz que você ainda me ame. Obrigado por não ter desistido de me amar.
Eu também te amo.


Autora: Priscila de Fátima Jerônimo

QUANDO O NEGRO(A) SE DESFAZ DA PELE BRANCA...


Quando o NEGRO (a) se desfaz da pele Branca...
Preconceito ?
Uma pergunta que tenho feito aos meus alunos do sexto ano, classes vazias de perguntas e repletas de imbecilizantes, sim, nivelo por baixo, começo o questionamento nas perguntas mais socráticas, do meio jeito maiêutico de ser, elenco alguns fatores da vida cotidiana, da maneira com que meus jovens se vestem, se portam e acima de tudo a realidade que os cerca, que os impulsiona a se auto conhecerem, dentro da triste situação financeira da sociedade do em torno.
Juntando esses fatores de minha vida como professora, alio meu olhar crítico aos casais de religião que tenho tido a oportunidade de analisar, com a premissa do olhar artístico, um viés engajado politicamente no que tange à busca por direitos e reconhecimento do ser humano como identidade de gênero, de cor e acima de tudo como ser que pensa, que atua e que age dentro de uma pólis, de preconceito, hipocrisia velada, a sabedoria do pagode da esquina, aliada ao churrasquinho de gato morto pelo vizinho com estricnina.
O gato da sabedoria que nos guia, é esse ranço do jeitinho brasileiro, O VELHO ZÉ CARIOCA, que nos impulsiona à malandragem, ao jeito sabido de ser, esse malemolência brasileira, a impressão que tenho que vivemos querendo dar o “truque” na vida, a escapadela, a fugitiva vida “bandidinha” de golpear pela lei do mínimo esforço, ranço dessa educação pseudo-católica, dessa colonização portuguesa, em que tudo é explorado, tudo é produto da exploração, da venda, da corrupção, da falta de ética, de respeito, do “toma lá – da cá” , roubo energético, espiritual, étnico e acima de tudo educacional.
O Brasileiro(a) não se vê como identidade Cultural além dos esteriotipos, a Marca da Espiritualidade Cultural desse Povo é: pobre, sofredor, corrupto, prostituido, violento, analfabeto digital, motor, atitudinal, político e acima de tudo incapaz de compreender em sua extensão os ditames da atual conjuntura política e sócio econômica deste país. Ranço da senzala que ainda nos abriga, que ainda nos gesta, somos pobres, pretos, negros, índios, miscigenados, culturalmente favelados, usados, usurpados, roubáveis, valorizamos o exterior, mas não nos damos conta do que anos de “ esmola” à la PT, fez com nossa alma, nos tornou isso: mendigos da educação.
Profissionais que se digladiam por centavos, por míseros direitos que já nos foram tirados, o perfil do trabalhador da educação e da cultura é o típico Clown, o Palhaço (a) que corre atrás do Carro do Governo jogando água pra apagar incêndio.
Cansamos, dessa máscara de Palhaços, estamos esgotados dessa política ridícula em que nosso sangue de meros trabalhadores que fomentam e vivenciam dia a dia, às lutas, os dilemas, as tristezas de ver a realidade de nossos educandos, nos fazendo acordar diariamente com mais gana, mais vontade de servir, de auxiliar, de engrandecer nosso pequeno papel nessa atual sociedade: EDUCAR.
Autora : Priscila de Fátima Jerônimo



FLORES DO INFINITO
As flores sobre a mesa
Os sons da rua
Mentalizo a luz que brilha em minha alma

Suscito em mim vida
A verdade
E ela se manifesta em minha vida
Em minha história

Diante da história
Sempre serei eu mesma

Dedico meus versos, minha música e meu trabalho
A luz do saber

Se a vida te trouxer dificuldades
Eu agradeço, exerço meu poder
Diante das dificuldades
Dominando meus fantasmas

Creio no verbo
No som
Na música
Na arte
Na Educação
Ergo Estrelas

Autora: Priscila de Fátima Jerônimo
Data: 25/09/2018

sexta-feira, 8 de novembro de 2019



TEXTO SOBRE A PALESTRA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO.
Autora: Priscila de Fátima Jerônimo
Pornografia e Juventude
A pornografia pode nos levar a uma compulsão sexual.
Desperta as sensações do corpo físico.
Desperta um descontrole emocional, gerando vampiros de campo sexual que se ligam ao chakra genésico.
O sexo é uma das dádivas do ser humano, entretanto a sexualidade precoce induz o jovem, a criança e o adolescente à uma busca desenfreada por prazeres que precipitam o corpo no caminho do aprendizado, a vida não é um mar de sensações de prazeres desregrados e destituidos de valores. a sexualidade não deve ser motivo de julgamento num lar kardecista mas deve ser um mote para o estudo embasado na prática da oração, da profilaxia através de passes e preces, o que alicerça a família num eixo cristão, trazendo para o lar uma construção de valores que norteiem a criança no seu trajeto rumo ao mundo adulto.
Enquanto as paixões dominarem os instintos do homem, o lado espiritual ficará relegado ao tempo, o corpo é tabernáculo de criação divinal.
Em essência fomos criados para a face do Cristo, que nos nutre de amor, de coragem para refutarmos todas as vicissitudes que nos tire da busca da perfeição, alcançaremos um degrau evolutivo superior, se nos encontrarmos na justa prática da Oração.
Uma alma que se eleva através da prece, passa a se dedicar feito edíficio, que cada átomo vibracional encontrará ressonância energética que em fusão alquímica aumentará a onda de pensamento, criando elos de cura psicobiofísica que conduzirá o humano, que em desalento eclode as cascas de medo, dor e sofrimento. A eficácia da profilaxia mental, a meditação diária, a leitura edificante, o afastamento do cotidiano claustrofóbico que aprisiona as mentes dentro da mediocridade, a falta de escrita, a preguiça e a inércia que os eixos midiáticos tem gerado em nossa atual sociedade, tem ocasionado a vida do espetáculo, a necessidade egóica que faz o ser humano ter uma necessidade doentia de expor uma falsa sensação de felicidade.
O celular tornou-se um instrumento escravizados, onde não mais conseguimos sobreviver sem possuir uma caixa cheia de ions, bytes e dados.
Conectar-se ao antigo homem, ao caminho libertário de usar esse dispositivo com parcimônia, respeitando as necessidades da vida moderna, sem abrir precedentes para o vício. Em demasiada até um simples like pode disseminar e contaminar o desejo por status, fama e glória.
Que a vida traga a doçura dos antigos tempos em que a TV e os meios midiáticos não nos torne robos perante a beleza de uma simples Joaninha.

TEATRO


Espetáculo

A sociedade do Espetáculo, tem gerado humanos dramáticos, com uma necessidade vital de exposição, o celular segundo a capa de uma revista atual, é o vício diário da sociedade capitalista: a ostentação.
Ostentar uma falsa realidade, uma sensação de quase prazer ao ver um comentário nas redes sociais, uma doença psicossocial, onde a nossa sociedade se permeia entre relacionamentos cibernéticos, gerando seres robotizados, uma hipnose regada a ondas nocivas ao corpo, o celular tem acelerado as partículas de câncer, trabalhadores da área de telecomunicações estão diariamente expostos a vários elementos químicos que alteram a frequência das batidas do coração e consequentemente aceleram a mutação.
Aliando-se isto à uma alimentação duvidosa, aos vícios, o stress diário, vemos um aumento significativo de pessoas com adoecimento precoce, na busca por beleza, juventude, poder e status, o homem busca virilidade, a mulher a beleza eterna, uma luta injusta diante da velhice que chega trazendo suas dores e suas verdades.
Brasil país de velhos que se fazem de jovens, um celeiro em putrefação, gerido por um Louco Dinossauro que agora resolveu transformar a pasta de cultura em turismo.
Aumento significativo de mortes, violência e descaso social, é Papai Noel - esse ano - Jesus vem em uma moto.

HO HO HO
P.F.J

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

DICA DE FILME: FRAGMENTADO



Kevin é um homem atormentado por suas múltiplas personalidades. Dono de 23 personalidades distintas, ele possui a capacidade de alterar sua química corporal por meio do pensamento. Isso irá assustar até mesmo sua psiquiatra, a Dra. Fletcher, que ainda continua procurando maneiras de dominar cada uma destas ‘versões’. Após sequestrar três adolescentes, Kevin atinge uma guerra pela sobrevivência entre todos aqueles ‘outros’ contidos dentro dele.

CRÍTICA

Hollywood pode ser a terra dos sonhos, mas há aqueles que a conhecem por ser também o lar dos paraísos destruídos. M. Night Shyamalan que o diga. Alçado a posição de revelação do ano e menino de ouro ao ver seu terceiro longa, O Sexto Sentido (1999), receber seis indicações ao Oscar – inclusive a Melhor Filme e, a ele, como Melhor Direção e Roteiro Original – o jovem de origem indiana acompanhou, na década seguinte, seu nome ir, literalmente, do céu ao inferno. O ponto mais baixo de sua carreira foi com o malfadado Depois da Terra (2013) – ficção científica veículo para o astro Will Smith e seu filho, Jaden Smith, que foi indicado a Pior Filme, Pior Direção e Pior Roteiro nas Framboesas de Ouro. Parecia, portanto, que tínhamos aqui mais um caso de uma promessa não cumprida. Porém, é admirável a capacidade do ser humano – e do artista, principalmente – de se reinventar. E assim ele fez, primeiro no discreto A Visita (2015) – que arrecadou em todo o mundo quase 10 vezes o valor do seu orçamento – e, agora, com esse Fragmentado – cujo retorno nas bilheterias mundiais está em quase 30 vezes (!) o seu custo. E como ele fez isso? Sabiamente, voltando-se a si próprio.
E a tarefa não foi das mais simples. Isso porque o protagonista, aos moldes do clássico Psicose (1960), não é o mocinho – e, sim, o vilão. James McAvoy – ocupando a vaga deixada em aberto por Joaquin Phoenix – é Kevin Wendell Crumb, mas não só. Ele é também Patricia, uma jovem de sotaque britânico e fã de golas rolê, Hedwig, uma criança de 9 anos, Barry, um estilista sempre ligado no ‘último grito da moda’, ou Orwell, um rapaz diabético. Ao todo, Kevin convive com 23 personalidades diferentes dentro de si. Diagnosticado com um sério distúrbio comportamental, sua condição nunca foi levada muito à sério, ao menos até ele encontrar a Dr. Karen Fletcher (Betty Buckley, de Fim dos Tempos, 2008), que parece não só entendê-lo, mas compreender a real dimensão do seu poder. Sim, pois essa é a palavra chave aqui: “poder”. Afinal, como é dito em cena, e se aqueles que passam por eventos traumáticos, ao invés de serem considerados “menos” por todos os outros fossem, de fato, “mais”? E se uma tragédia, um desastre, uma desilusão, ao invés de trancar o afetado em si mesmo, o abrisse a novas opções, realidades e, principalmente, possibilidades?
Sim, pois esta é a teoria por trás de Fragmentado: Kevin não é uma pessoa qualquer, pois, apenas com a força do pensamento, consegue se transformar em outra pessoa – desde que essa já habite nele ou, como insiste em afirmar, abra-se espaço para que mais uma surja e, enfim, “venha para a luz”. E com o anúncio de uma vigésima quarta persona – a Besta – com características ainda mais imprevisíveis, algo precisa ser feito. E qual a atitude dele? Sequestrar três garotas no estacionamento de um shopping center. Uma vez trancafiadas, elas não poderão ser vistas, tocadas e nem molestadas – ao menos pela maioria deles, é claro. Tem-se dois filmes, portanto: um thriller de enclausuramento, bem aos moldes do recente Rua Cloverfield 10 (2016) e outros tantos similares, e um outro, ainda mais denso e controverso, sobre esse homem que se diz não ser um só, abrindo uma porta para o inesperado – tão ao gosto de Shyamalan – que dificilmente poderá ser contida.
Caso se decidisse por um caminho ou outro, é bem provável que o diretor fosse bem sucedido – e só. Ele deseja mais, no entanto, e isso é evidente. Não por acaso a referência inicial ao clássico de Hitchcock – Shyamalan não quer ser apenas um autor, ele busca ser também uma ‘assinatura’. Quer ser reconhecido, esperado, aplaudido até mais que suas histórias ou personagens. Neste ponto, acaba voltando-se a outro colega de profissão, este mais contemporâneo – e competente – Quentin Tarantino. E as semelhanças entre os dois vão além. Sim, pois se Tarantino já afirmou que as tramas de seus filmes se passam num mesmo universo, com ligações e referências espalhadas por todos eles, Shyamalan dá, aqui, seu primeiro passo nesse sentido. Ele dirigiu, no início de sua carreira, um longa sobre a criação de um super-herói – quem aqui lembra de Corpo Fechado (2000), um dos melhores – e mais subestimados – dos seus trabalhos? Uma vez percebida essa conexão, verifica-se aqui uma vontade oposta, de revelar o nascimento de uma força do mal, talvez igualmente poderosa, mas ainda assim problemática. E ele não poderia ter sido mais explícito neste retorno às origens.

RAMATIS






CELTA


AS 3 FACES DA DEUSA


sábado, 24 de agosto de 2019

OS SETES SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO

O livro Os sete Saberes Necessários à Educação do Futuro é fruto de um relatório sobre a sistematização de um conjunto de reflexões que servissem como ponto de partida para se repensar a educação do século XXI que em 1999 a UNESCO solicitou ao filósofo Edgar Morin, um dos principais expoentes da cultura francesa no século XX e dos maiores pensadores da atualidade. Sete pontos de discussão compõem o livro. São, segundo Morin, os sete saberes indispensáveis à educação do futuro: 1) As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; 2) Os princípios do conhecimento pertinente; 3) Ensinar a condição humana; 4) Ensinar a identidade terrena; 5) Enfrentar as incertezas; 6) Ensinar a compreensão; 7) A ética do gênero humano. I - As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão: Morin reconhece que é impressionante que a educação que visa a transmitir conhecimentos seja cega ao que é conhecimento humano, seus dispositivos, enfermidades, dificuldades, tendências ao erro e à ilusão e não se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer. O desenvolvimento do conhecimento científico é poderoso meio de detecção de erros e de luta contra as ilusões. Entretanto, os paradigmas que controlam a ciência podem desenvolver ilusões, e nenhuma teoria científica está imune para sempre contra o erro. Além disso, o conhecimento científico não pode tratar sozinho dos problemas epistemológicos, filosóficos e éticos. A educação deve se dedicar, por conseguinte, à identificação da origem de erros, ilusões e cegueiras. II - Os princípios do conhecimento pertinente: Para Morin, existe um problema capital, sempre ignorado, que é o da necessidade de promover o conhecimento capaz de aprender problemas globais e fundamentais para neles inserir os conhecimentos parciais e locais. A supremacia do conhecimento fragmentado de acordo com as disciplinas impede freqüentemente de operar o vínculo entre as partes e a totalidade, e deve ser substituída por um modo de conhecimento capaz de apreender os objetos em seu contexto, sua complexidade, seu conjunto. É necessário desenvolver a aptidão natural do espírito humano para situar todas essas informações em um contexto e um conjunto. É preciso ensinar os métodos que permitam estabelecer as relações mútuas e as influências recíprocas entre as partes e o todo em um mundo complexo. III - Ensinar a condição humana: O ser humano é a um só tempo, físico, biológico, psíquico, cultural, social, histórico. Esta unidade complexa na natureza humana é totalmente desintegrada na educação por meio das disciplinas, tendo-se tornado impossível aprender o que significa ser humano. É preciso restaurá-la, de modo que cada um, onde quer que se encontre, tome conhecimento e consciência, ao mesmo tempo, de sua identidade complexa e de sua identidade comum a todos os outros humanos. A condição humana deverá ser o objeto essencial de todo o ensino. A educação do futuro deverá ser o ensino primeiro e universal, centrado na condição humana. Conhecer o humano é, antes de mais nada, situá-lo no universo, e não separa-lo dele. IV - Ensinar a identidade terrena: O destino planetário do gênero humano é outra realidade até agora ignorada pela educação. O conhecimento dos desenvolvimentos da era planetária , que tendem a crescer no século XXI, e o reconhecimento da identidade terrena, que se tornará cada vez mais indispensável a cada um e a todos, devem converter-se em um dos principais objetos da educação. V-Enfrentar as incertezas: As ciências permitiram que adquiríssemos muitas certezas, mas igualmente revelaram, ao longo do século XX, inúmeras zonas de incerteza. A educação deveria incluir o ensino das incertezas que surgiram nas ciências físicas (microfísica, termodinâmica, cosmologia), nas ciências da evolução biológica e nas ciências históricas. Será preciso ensinar princípios de estratégia que permitiriam enfrentar os imprevistos, o inesperado e a incerteza, e modificar seu desenvolvimento em virtude das informações adquiridas ao longo do tempo. É preciso aprender a navegar em um oceano de incertezas em meio a arquipélagos de certeza, pois, vivemos o fim das certezas, de verdades transitórias. VI - Ensinar a compreensão: A compreensão é a um só tempo meio e fim da comunicação humana. Entretanto, a educação para a compreensão está ausente no ensino. O planeta necessita, em todos os sentidos, de compreensão mútua. Considerando a importância da educação para a compreensão, em todos os níveis educativos e em todas as idades, o desenvolvimento da compreensão pede a reforma das mentalidades. Esta deve ser a obra para a educação do futuro. VII - A ética do gênero humano: A educação deve conduzir à "antropo-ética", levando em conta o caráter ternário da condição humana, que é ser ao mesmo tempo indivíduo/sociedade/espécie. A ética não poderia ser ensinada por meio de lições de moral. Deve formar-se nas mentes com base na consciência de que o humano é, ao mesmo tempo, indivíduo, parte da sociedade, parte da espécie. A educação deve contribuir não somente para a tomada de consciência de nossa "Terra-Pátria", mas também permitir que esta consciência se traduza em vontade de realizar a cidadania terrena. Não possuímos as chaves que abririam as portas de um futuro melhor. Não conhecemos o caminho traçado. Podemos, porém, explicitar nossas finalidades: a busca da hominização na humanização. Esse é o esboço dos sete princípios da educação para o futuro.




CALDEIRÃO CULTURAL - O BRASIL É UM ESTADO DE DIREITO LAICO OU FARSA DAS RELIGIÕES ?

Caldeirão Cultural - O Brasil é um estado de direito Laico ou uma farsa das Religiões ?
Como educadora, sempre me questiono à cerca da atual situação política do Brasil, e no quesito antropológico da atual sociedade, me pego pensando na importância e no peso que a religião tem sobre o pensamento do Cidadão Brasileiro.
Sempre vejo as pessoas se digladiando, se alfinetando, se ferindo e se auto-culpando em nome das Religiões, há em todo eixo de pensamento Brasileiro esse ranço da importância dessa identidade Religiosa Cultural, e honestamente falando até que ponto essa necessidade de auto-afirmação através da Religião não é também uma fuga para em tudo se alimentar de uma identidade que em suma é um só, o pensamento brasileiro sempre terá esse viés, somos um país de: SAMBA, CARNAVAL E MACUMBA.
Sou espiritualista, admiradora de todas as religiões e absurdamente apaixonada pela expressão artistica que deriva das diversas formas de se enxergar e vivenciar o divino que nos habita, que nos comunga com a essência do que somos, o Brasileiro sempre se vê as voltas com esta questão: A religiosidade.
A religiosidade é sempre motivo de desculpas, para um ranço Ancestral, se nada der certo na minha vida, vou ali no terreiro da Mãe Zezinha, acendo umas velas, fumo um charuto, falo com o Exu e espero pacientemente que algo se resolva em minha existência.
Essa colonização com essa característica Católica, nos tornou e nos formou como povo analfabeto, infelizmente, nesse quesito bebo e vomito do TEATRO Brechtiano, primo pelo respeito ao que o Sagrado enquanto identidade cultural representa para um povo vilipendiado, açoitado, roubado, escravizado, entretanto ao estudar a História do Povo e da atual sociedade, percebo claramente que os denominados Sacerdotes de todas as denominações, querem o que a Igreja Católica sempre fez, administrar, zelar e representar o povo em sua essência pobre, favelada, miseravel.
E a hipocrisia desses atuais lideres religiosos beira o fanatismo, é tanto dinheiro que gira em torno dessas Religiões Afro-Brasileiras que honestamente chegamos verdadeiramente a questionar o futuro desse país, miscigenados, pobres, analfabetos políticos, alienados e acima de tudo capitalista burguês.
A hipocrisia ronda os terreiros, vai bater na Casa do Pai de Santo sem dinheiro pra você ver, se ele te atende... Ledo engano, a Única Igreja que sempre nos acolhe e não nos questiona em nada e simplesmente abraça, consola e está sempre com seu templo físico aberto, é a Igreja Católica, por mais absurdo que isto possa parecer, procure um Templo Umbandista aberto pra você ver ... Cadê?
Portas fechadas, Pai e ou Mãe de Santo ausentes, e se for desses do que chamo de “Umbanda Nutella”, vou ser apedrejada por escrever isso, mas esse é meu papel como fomentadora da Arte-Educação, não vejo os Pais e Mães de Santo nas portas das Escolas, auxiliando seus filhos de Santo (não sem interesse – é claro), vender hipocrisia todo Sacerdote vende e isto é um fato. 
Do que nos valeu tanta Cultura Macumbística ?
Quanto vale o PREÇO DE UM EBÓ ?
Quanto vale o PREÇO DE UMA BENÇÃO?
Quanto vale a alcunha dessa hipocrisia toda ?
Brasil Pátria dos Evangelhos Bestiais, cada um querendo pegar seus patacos velhos e somar com sua Igrejinha particular.
Como diz o bom e velho Barbudinho: “ Deus está morto”....
Eu desço as montanhas com meus livros de filosofia e rasgo a cara desses hipócritas, machistas, falocentristas que exercem seu direito de voz vestidos com suas roupas caras, seus makes cheios de pompa e circustância, enquanto que o favelado, o índio, o mendigo morre de fome, sem poder pagar pelo EBÓZINHO DE MENTIRA.
Façam o favor de vestir a carapuça de hipocrisia e tomar vergonha na cara, defender a Cultura desse povo, os pensadores sempre defenderam, mas certificar que a Religião nos leva à frente em quê?
Qual a razão capitalista disto tudo ?
Em que a religião nos justificou?
A sociedade podre, corrupta e acima de tudo burguesa, nos fez engrandecer em quê, como e por quê ? Religião ? 
Ópio da humanidade.
E como já dizia Nelson Rodrigues : “ A unanimidade é burra...”

Autora: Priscila de Fátima Jerônimo
Data: 17/07/2019

terça-feira, 16 de julho de 2019

POESIA EM FOTO


o TOQUE



 AS co res

que correm entre meus dedos

que agéis percorrem seus medos

meus anéis

meus sorrisos entrecortados por tuas risadas










Meu sorriso de bandeja
Minha alma festiva
Meu abrigo nuclear
Minha Esfera
Meu núcleo
Minha CAVERNA


Autora: Priscila de Fátima Jerônimo

ARTE VISUAL BY PRISCILA DE FÁTIMA